Fonte:EFE
O fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, condenado a 30 anos de prisão pelo assassinato da freira americana Dorothy Stang, teve a prisão decretada nesta terça-feira depois de esperar em liberdade o resultado do recurso que pedia a anulação de seu julgamento.
A Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Pará rejeitou nesta terça-feira o recurso com o qual o fazendeiro, o mandante do crime, esperava a anulação do julgamento no qual foi condenado, e determinou sua detenção imediata.
Condenado em 1º de maio de 2010, Galvão, conhecido como "Taradão", é o único dos cinco condenados pelo assassinato que permanece em liberdade, e nega sua participação no crime.
Dorothy, uma freira missionária que defendia os agricultores sem-terra na Amazônia, foi assassinada com 12 tiros em 12 de fevereiro de 2005 em uma zona rural do município de Anapú (PA).
Um mês depois da condenação do fazendeiro, o Tribunal de Justiça do Pará lhe concedeu liberdade condicional em uma decisão que foi duramente questionada pela Promotoria e por várias organizações de defesa dos direitos humanos.
No recurso com o qual pretendiam anular o julgamento, os advogados de Galvão alegaram que seu cliente não teve direito a uma defesa adequada, já que foi mantido afastado dos defensores.
A família da missionária e a congregação das Irmãs de Notre Dame de Namur, à qual Dorothy pertencia, comemoraram a decisão em comunicado.
A Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Pará rejeitou nesta terça-feira o recurso com o qual o fazendeiro, o mandante do crime, esperava a anulação do julgamento no qual foi condenado, e determinou sua detenção imediata.
Condenado em 1º de maio de 2010, Galvão, conhecido como "Taradão", é o único dos cinco condenados pelo assassinato que permanece em liberdade, e nega sua participação no crime.
Dorothy, uma freira missionária que defendia os agricultores sem-terra na Amazônia, foi assassinada com 12 tiros em 12 de fevereiro de 2005 em uma zona rural do município de Anapú (PA).
Um mês depois da condenação do fazendeiro, o Tribunal de Justiça do Pará lhe concedeu liberdade condicional em uma decisão que foi duramente questionada pela Promotoria e por várias organizações de defesa dos direitos humanos.
No recurso com o qual pretendiam anular o julgamento, os advogados de Galvão alegaram que seu cliente não teve direito a uma defesa adequada, já que foi mantido afastado dos defensores.
A família da missionária e a congregação das Irmãs de Notre Dame de Namur, à qual Dorothy pertencia, comemoraram a decisão em comunicado.

14:11
Jeferson da silva figueiredo
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