Material foi encontrado em contêineres no porto de Suape
Foto: Receita Federal/Divulgação
Um representante da Embaixada dos Estados Unidos e dois agentes do Federal Bureau of Investigation (FBI, a polícia federal americana) já estão no Recife. Eles investigam o caso do lixo hospitalar daquele país desembarcado no Porto de Suape, litoral sul de Pernambuco.
Richard Cavalieros, adido do FBI no Brasil; Alvin Medina, chefe do Homelands Security - órgão ligado ao serviço de alfândega e imigração dos Estados Unidos - e Pedro Moreira, investigador administrativo da embaixada em Brasília, participaram de uma reunião na sede da Polícia Federal com representantes da Receita Federal, Vigilância Sanitária e Polícias Civil e Federal. O governo dos Estados Unidos não autorizou que o grupo concedesse entrevistas.
A intenção deles é saber todos os detalhes sobre a saída desse lixo do território norte-americano. Na tarde de hoje, o grupo de estrangeiros deve ir até o Instituto de Criminalística de Pernambuco para acompanhar como são feitas as perícias nas amostras dos tecidos recolhido no agreste do Estado. Ainda está sem data definida a visita dos agentes ao Porto de Suape. Eles vão analisar os dois contêineres que estão interditados.
Na semana passada, dois contêineres com 23,3 t de lençóis, fronhas, toalhas de banho, batas, pijamas e roupas de bebês foram apreendidos pela alfândega no Porto de Suape. Parte do material continha a identificação de hospitais norte-americanos e estava sujo de sangue. Também havia seringas, luvas hospitalares, cateteres, gazes e ataduras em meio ao material.
Nos documentos de importação, a empresa, que não teve o nome divulgado, declarou que o material era tecido de algodão com defeito, remetido do estado da Carolina do Sul. Os contêineres apreendidos só foram inspecionados porque o valor declarado era incompatível com o volume e o tipo de carga. Outros seis que a empresa pernambucana recebeu anteriormente não foram inspecionados.
Fonte : Ana Lima Freitas/Terra
Foto: Receita Federal/Divulgação
Um representante da Embaixada dos Estados Unidos e dois agentes do Federal Bureau of Investigation (FBI, a polícia federal americana) já estão no Recife. Eles investigam o caso do lixo hospitalar daquele país desembarcado no Porto de Suape, litoral sul de Pernambuco.
Richard Cavalieros, adido do FBI no Brasil; Alvin Medina, chefe do Homelands Security - órgão ligado ao serviço de alfândega e imigração dos Estados Unidos - e Pedro Moreira, investigador administrativo da embaixada em Brasília, participaram de uma reunião na sede da Polícia Federal com representantes da Receita Federal, Vigilância Sanitária e Polícias Civil e Federal. O governo dos Estados Unidos não autorizou que o grupo concedesse entrevistas.
A intenção deles é saber todos os detalhes sobre a saída desse lixo do território norte-americano. Na tarde de hoje, o grupo de estrangeiros deve ir até o Instituto de Criminalística de Pernambuco para acompanhar como são feitas as perícias nas amostras dos tecidos recolhido no agreste do Estado. Ainda está sem data definida a visita dos agentes ao Porto de Suape. Eles vão analisar os dois contêineres que estão interditados.
Na semana passada, dois contêineres com 23,3 t de lençóis, fronhas, toalhas de banho, batas, pijamas e roupas de bebês foram apreendidos pela alfândega no Porto de Suape. Parte do material continha a identificação de hospitais norte-americanos e estava sujo de sangue. Também havia seringas, luvas hospitalares, cateteres, gazes e ataduras em meio ao material.
Nos documentos de importação, a empresa, que não teve o nome divulgado, declarou que o material era tecido de algodão com defeito, remetido do estado da Carolina do Sul. Os contêineres apreendidos só foram inspecionados porque o valor declarado era incompatível com o volume e o tipo de carga. Outros seis que a empresa pernambucana recebeu anteriormente não foram inspecionados.
Fonte : Ana Lima Freitas/Terra

18:53
Jeferson da silva figueiredo
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