Estudo publicado ontem pela Organização das Nações Unidas e pela Agência Internacional de Energia aponta que mais da metade da população mundial não tem acesso a formas limpas de geração de energia.
Segundo o levantamento, das 7 bilhões de pessoas que vivem hoje no mundo, mais de 1 bilhão não acessam quaisquer formas de energia e quase 3 bilhões são obrigadas a utilizar fontes energéticas “sujas” (madeira e carvão) para suas necessidades domésticas.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que estudou sob a luz de velas quando era jovem, defendeu o acesso universal à energia limpa.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que estudou sob a luz de velas quando era jovem, defendeu o acesso universal à energia limpa.
- Precisamos de uma revolução energética. Necessitamos não somente de uma energia universal, mas que ela seja limpa e sustentável - declarou durante uma conferência em Oslo, na Noruega.
De acordo com o secretário-geral da ONU, a distribuição de energia limpa em escala mundial é indispensável para responder a “todos os desafios globais”: à pobreza, às mudanças climáticas, à escassez de água, saúde, à crise alimentar e ao acesso das mulheres a cargos de responsabilidade.
Organizada pela Noruega e pela AIE, a conferência de Oslo reúne mais de 70 países para discutir o financiamento de uma energia limpa acessível a todos. A ONU definiu para 2030 três objetivos conectados, lembrou Ki-moon: o acesso de todos aos serviços energéticos modernos, um aumento de 40% da eficácia energética e a duplicação da estrutura de energias renováveis.
Fonte:
Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas - CMMC
Wilson Andrade - Assessoria Técnica

13:16
Jeferson da silva figueiredo

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