Sai a música, entra o cinema. A cidade do Rio de Janeiro, que esteve mobilizada na última semana em torno do Rock In Rio, recebe, a partir desta quinta-feira (6/10), um dos mais midiáticos eventos cinematográficos brasileiros, o Festival do Rio. Seleção apurada de brasileiros, retrospectivas inteligentes e convidados atraentes formam o charme da 13ª edição da mostra carioca.
Serão 350 filmes, 14 dias de projeção e 26 espaços de exibição disponíveis para o evento, que será inaugurado com a primeira sessão no Brasil de A Pele que Habito, novo filme de Pedro Almodóvar, candidato à Palma de Ouro em Cannes, mas preterido pela Espanha na corrida pelo Oscar de Filme Estrangeiro.
Marisa Paredes, atriz coadjuvante do longa-metragem e presença freqüente na obra de Almodóvar desde Maus Hábitos (1994), é uma das grandes convidadas do evento. Mas não a única, ressalte-se. A lista é extensa, indo desde nomes popularmente conhecidos, como Willem Dafoe, ator de Abel Ferrara no recente 4:44 Last Day on Earth, a ilustres “desconhecidos”, como o belga Nicolas Provost, realizador de um cinema instigante e inusitado.
Willem Dafoe em cena de 4:44 Last Dayns on Earth, de Abel Ferrara: ator é presença garantida no Festival do Rio
Dois grandes nomes, porém, são de veteranos. Primeiro, Dario Argento, que além de sua presença no Festival do Rio, terá uma retrospectiva integral de seus trabalhos, incluindo os para televisão, na mostra Dario Argento e seu Mundo de Horror. Segundo, mas não menos importante, Patrício Guzmán, combativo realizador chileno que nos deliciou, na Mostra de SP do ano passado, com a obra-prima Nostalgia da Luz – Guzmán também virá ao Rio.
Première Brasil: muitas expectativas
Quando o Festival de Paulínia divulgou sua poderosa seleção de longas brasileiros e Brasília anunciou que iria aumentar o prêmio de Melhor Filme, pairou uma incerteza se tais mudanças afetariam a qualidade da Première Brasil, grande vitrine do Festival do Rio.
Observando as nove ficções selecionadas, a expectativa é grande. Teremos o novo filme de Beto Brant e Renato Ciasca, Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios, baseado no livro de Marçal Aquino; O Abismo Prateado, que Karim Aïnouz exibiu em Cannes em maio; Girimunho, de Helvécio Marins Jr. e Clarissa Campolina, uma das atrações da mostra Horizontes do Festival de Veneza.
Mãe e Filha, Melhor Filme do Cine Ceará deste ano, concorre ao Trofeu Redentor no Festival do Rio
A Première Brasil trará também o primeiro longa-metragem de Julia Murat, Histórias que Só Existem Quando Lembradas; o já premiado filme de Petrus Cariry, Mãe e Filha; além de Amanhã Nunca Mais, de Tadeu Jungle, A Novela das Oito, de Odilon Rocha, e A Hora e a Vez de Augusto Matraga.
Entre os documentários, o veterano Eduardo Coutinho é um dos destaques com Canções, ao lado de Olhe Para Mim de Novo (já exibido em Gramado), e Mentiras Sinceras, de Pedro Asbeg.
Serão 350 filmes, 14 dias de projeção e 26 espaços de exibição disponíveis para o evento, que será inaugurado com a primeira sessão no Brasil de A Pele que Habito, novo filme de Pedro Almodóvar, candidato à Palma de Ouro em Cannes, mas preterido pela Espanha na corrida pelo Oscar de Filme Estrangeiro.
Marisa Paredes, atriz coadjuvante do longa-metragem e presença freqüente na obra de Almodóvar desde Maus Hábitos (1994), é uma das grandes convidadas do evento. Mas não a única, ressalte-se. A lista é extensa, indo desde nomes popularmente conhecidos, como Willem Dafoe, ator de Abel Ferrara no recente 4:44 Last Day on Earth, a ilustres “desconhecidos”, como o belga Nicolas Provost, realizador de um cinema instigante e inusitado.
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Dois grandes nomes, porém, são de veteranos. Primeiro, Dario Argento, que além de sua presença no Festival do Rio, terá uma retrospectiva integral de seus trabalhos, incluindo os para televisão, na mostra Dario Argento e seu Mundo de Horror. Segundo, mas não menos importante, Patrício Guzmán, combativo realizador chileno que nos deliciou, na Mostra de SP do ano passado, com a obra-prima Nostalgia da Luz – Guzmán também virá ao Rio.
Première Brasil: muitas expectativas
Quando o Festival de Paulínia divulgou sua poderosa seleção de longas brasileiros e Brasília anunciou que iria aumentar o prêmio de Melhor Filme, pairou uma incerteza se tais mudanças afetariam a qualidade da Première Brasil, grande vitrine do Festival do Rio.
Observando as nove ficções selecionadas, a expectativa é grande. Teremos o novo filme de Beto Brant e Renato Ciasca, Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios, baseado no livro de Marçal Aquino; O Abismo Prateado, que Karim Aïnouz exibiu em Cannes em maio; Girimunho, de Helvécio Marins Jr. e Clarissa Campolina, uma das atrações da mostra Horizontes do Festival de Veneza.
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A Première Brasil trará também o primeiro longa-metragem de Julia Murat, Histórias que Só Existem Quando Lembradas; o já premiado filme de Petrus Cariry, Mãe e Filha; além de Amanhã Nunca Mais, de Tadeu Jungle, A Novela das Oito, de Odilon Rocha, e A Hora e a Vez de Augusto Matraga.
Entre os documentários, o veterano Eduardo Coutinho é um dos destaques com Canções, ao lado de Olhe Para Mim de Novo (já exibido em Gramado), e Mentiras Sinceras, de Pedro Asbeg.
Fonte: Heitor Augusto- Cineclick

12:00
Jeferson da silva figueiredo
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