Uma série de ataques aéreos israelenses mataram 14 militantes entre sexta-feira e a madrugada deste sábado na Faixa de Gaza, enquanto palestinos lançavam dezenas de morteiros em direção a Israel. Foi o pior incidente entre os dois território nos últimos meses. Segundo fontes médicas, outras 19 pessoas ficaram feridas.
A situação piorou depois que um ataque aéreo israelense atingiu um carro na cidade de Gaza, no qual viajavam dois líderes de uma milícia palestina, em resposta ao impacto de dos foguetes lançados anteriormente da Faixa de Gaza. Os morteiros, no entanto, não chegaram a causar nenhuma vítima nem danos significativos. Outros ataques teriam matado outros oito palestinos ligados à luta armada, segundo membros do Hamas. Israel, por sua vez, confirmou a execução de três incursões aéreas.
Fontes militares de Isral confirmaram que o primeiro bombardeio matou Zuhair al-Qesi, chefe dos Comitês Populares de Resistência (CPR), instituição que reúne ativistas armados de várias facções palestinas. Os mesmos informantes identificaram Mahmud al-Hanini como o outro líder miliciano morto nos ataques. A morte de al-Qesi provocou a ira dos CPR, que respondeu com morteiros. Três israelenses ficaram feridos, um deles está em estado grave.
O episódio foi considerado o mais violento desde outubro passado, quando cinco pessoas morreram. Analistas acreditam que o incidente deste sábado mostra uma tentativa de Israel para impedir que os milicianos palestinos usem o deserto do Sinai, no Egito, como campo de treinamento.

04:38
Jeferson da silva figueiredo
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