O PSD conseguiu ultrapassar a meta de filiar mais de cem deputados estaduais e distritais, mas São Paulo, QG do partido liderado pelo prefeito da capital Gilberto Kassab, é o Estado com o quarto pior resultado. Apenas dois parlamentares numa Assembleia Legislativa com 94 cadeiras (2%) aderiram à nova sigla.
De acordo com levantamento feito pelo Valor , o PSD conquistou 102 deputados estaduais. Os melhores desempenhos são de Santa Catarina (9 em 40 cadeiras, 22,5%) e Amazonas (5 em 24 vagas, 21%). Não por coincidência são os únicos Estados onde o PSD é o partido do governador: Raimundo Colombo (SC) e Omar Aziz (AM).
São Paulo só está à frente de Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul, cujas Assembleias não terão nenhum deputado do PSD.
Em números absolutos, as maiores bancadas do PSD serão a quinta e a terceira em termos proporcionais: Rio de Janeiro, que filiou 11 deputados em 70 (16,6%), e Bahia (11 em 63, 17,4%). No Rio e no Amazonas, o PSD terá o maior grupo na Assembleia e ficará em segundo na Bahia (atrás do PT) e em Santa Catarina (perde para o PMDB).
Assim como na Câmara dos Deputados, o DEM é a legenda que mais perdeu parlamentares para o PSD: 18, seguido pelo PMDB (10), PP e PSDB (9), PMN (8) e PR (7).
O PSD nasce como o quarto partido nas assembleias legislativas. O PT, que elegeu 149, lidera. A legenda ainda faz um último esforço de filiação até o dia 26, quando termina o prazo para que detentores de mandato mudem de sigla sem o risco de punição por infidelidade partidária.
As dificuldades de Gilberto Kassab em seu próprio território não se restringem às filiações de deputados estaduais. Em São Paulo, a adesão de prefeitos em relação ao total de municípios do Estado não deve ultrapassar 5%. Em Mato Grosso, 35% dos prefeitos migraram para a legenda.
Fonte: Valor Econômico
De acordo com levantamento feito pelo Valor , o PSD conquistou 102 deputados estaduais. Os melhores desempenhos são de Santa Catarina (9 em 40 cadeiras, 22,5%) e Amazonas (5 em 24 vagas, 21%). Não por coincidência são os únicos Estados onde o PSD é o partido do governador: Raimundo Colombo (SC) e Omar Aziz (AM).
São Paulo só está à frente de Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul, cujas Assembleias não terão nenhum deputado do PSD.
Em números absolutos, as maiores bancadas do PSD serão a quinta e a terceira em termos proporcionais: Rio de Janeiro, que filiou 11 deputados em 70 (16,6%), e Bahia (11 em 63, 17,4%). No Rio e no Amazonas, o PSD terá o maior grupo na Assembleia e ficará em segundo na Bahia (atrás do PT) e em Santa Catarina (perde para o PMDB).
Assim como na Câmara dos Deputados, o DEM é a legenda que mais perdeu parlamentares para o PSD: 18, seguido pelo PMDB (10), PP e PSDB (9), PMN (8) e PR (7).
O PSD nasce como o quarto partido nas assembleias legislativas. O PT, que elegeu 149, lidera. A legenda ainda faz um último esforço de filiação até o dia 26, quando termina o prazo para que detentores de mandato mudem de sigla sem o risco de punição por infidelidade partidária.
As dificuldades de Gilberto Kassab em seu próprio território não se restringem às filiações de deputados estaduais. Em São Paulo, a adesão de prefeitos em relação ao total de municípios do Estado não deve ultrapassar 5%. Em Mato Grosso, 35% dos prefeitos migraram para a legenda.
Fonte: Valor Econômico

05:40
Jeferson da silva figueiredo
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